direkt zum Inhalt springen

direkt zum Hauptnavigationsmenü

Sie sind hier

Inhalt des Dokuments

Reservoirs as drinking water sources

Lupe [1]

In their annual research report of 2014 the Leibniz-Institute of Freshwater Ecology and Inland Fisheries (Institut für Gewässerökologie und Binnenfischerei, IGB) presents the analysis from Innovate  researchers about the problematics of water quality of reservoirs in the Brazilian semiarid Northeast of Brazil and the role of sediments (the complete report in German can be accessed here in PDF completo pode ser acessado aqui [2] (PDF), p.31):

Wasserkraft liefert heute fast drei Viertel der globalen Stromerzeugung aus erneuerbaren Quellen. Die hierfür geschaffenen Stauseen dienen zusätzlich zur Gewinnung von Trinkwasser oder Nutzwasser für Landwirtschaft und Industrie. Wir haben untersucht, welche Rolle Sedimente für die Wasserqualität spielen.

In den (Sub)-Tropen ist die Anzahl der Staudämme in den letzten Jahrzehntenkontinuierlich gestiegen. Brasilien bezieht heute bis zu 80% seiner Elektrizität aus Wasserkraft. Die Aufstauung hat vielfältige Folgen: Sie wirkt sich auf Biodiversität,Temperatur und Hydrologie der gestautenGewässer aus und hat auch Einfluss auf das Sediment. Die Sedimentqualität eines Gewässers wiederum kann direkte Auswirkungen auf die Wasserqualität haben. Da Trinkwasser-Reservoire hohe Wasserqualitätsansprüche haben, stellen Eutrophierungsprozesse, in deren Folge es zu starker Algenentwicklung und Cyanobakterienblüten kommen kann, in Stauseen ein großes Problem dar.

Die Ressource Wasser ist im Nordosten Brasiliens knapp

Diesem Problem haben wir uns im Rahmen eines Teilprojekts von INNOVATE gewidmet, einem Verbund deutscher und brasilianischer Forschungseinrichtungen zur „Nachhaltigen Nutzung von Stauseen durch innovative Kopplung von aquatischen und terrestrischen Ökosystemfunktionen“. Neben naturwissenschaftlichen Kernfragen rund um die Ökosystemfunktionen des ItaparicaEinzugsgebietes geht es bei INNOVATE darum, Managementstrategien zu entwickeln, die ökologische, soziale und wirtschaftliche Konsequenzen der Nutzung berücksichtigen. Das IGB ist eine der fünf an INNOVATE beteiligten deutschen Forschungseinrichtungen. Im semi-ariden Nordosten Brasiliens, Untersuchungsgebiet des Verbundes, ist die Ressource Wasser knapp. In dieser Region erstreckt sich über 150 km Länge der Itaparica-Stausee. Neben der Energie- und Trinkwassergewinnung wird er zur Bewässerung landwirtschaftlicher Flächen und für die Aquakultur genutzt.

Funktion der Sedimente als Phosphor-Senke wird aufgehoben

Im Teilprojekt Aquatische Ökosystemfunktionen untersuchten wir die Phosphor-(P)-Dynamik des Stausees unter besonderer Berücksichtigung der Sedimente. Unseren Erkenntnissen zufolge fungieren Sedimente in ungestörtem Zustand als P-Senke und können bei konstantem Wasserstand einer Eutrophierung entgegenwirken. Laborversuche zeigten jedoch, dass sich periodische Wasserstandsänderungen maßgeblich auf die P-Verfügbarkeitim Gewässer auswirken. Dabei scheint die redoxabhängige mikrobielle Aktivität auf der pflanzlichen Biomasse die Funktion der Sedimente als P-Senke aufzuheben. Mit diesem Ergebnis konnten wir erstmals den Einfluss trockener Sedimente und abgestorbener Unterwasser-Pflanzen auf die P-Belastung des Systems nachweisen. Die großflächige Wiedervernässung bewachsener, trockengefallener Sedimente kann die P-Konzentration imWasser großer Buchten verdoppeln und dadurch eine hohe Primärproduktion auslösen.Diese Erkenntnis hat große Bedeutung für das Management des Itaparica-Stausees und vergleichbarer Stauseen: Starke Wasserstandsänderungen, zum Beispiel durch den kontrollierten Abfluss für die Energieerzeugung,können in solchenGebieten die Wasserqualität gefährden und sollten deshalb in Managementplänen berücksichtigt werden.

Jonas Keitel |  Dr. Michael Hupfer | 

Source: IGB [3]

INNOVATE Status Conference 2014 (cont.)

Lupe [4]

Published Thursday, October 16 2014

CBHSF participa de reunião da Innovate em Recife

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, Anivaldo Miranda, participou da mesa redonda intitulada “Modelagem, avaliação socioeconômica e governança para o uso sustentável dos recursos naturais”, durante o III Seminário Brasil x Alemanha, promovido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com o projeto Innovate, financiado pelo governo alemão, nesta terça-feira (14.10), em Recife (PE).

Miranda apresentou para a plateia formada, principalmente, de alemães, o papel mediador de conflitos que o CBHSF exerce. “Para contribuir com o papel do Comitê, é preciso a união com a academia. As informações provenientes dessas pesquisas e estudos são de fundamental importância”, destacou ele, que criticou o que chamou de “farra de outorgas”, referindo-se ao se pratica no Oeste da Bahia. Na região, não há critérios na concessão do documento. Por isso mesmo, o presidente do CBHSF defendeu um estudo minucioso no reservatório de Urucuia. “Porque é a nossa ‘galinha dos ovos de ouro’ para a sobrevivência do São Francisco”, considerou.

Antes de Miranda, o doutor alemão Hagen Koch fez uma apresentação sobre efeitos da seca. O também alemão Peter Fischer abordou a questão relacionada à qualidade da água. Aluna da Universidade de Berlim, Elena Matta apresentou um diagnóstico da hidrodinâmica e qualidade da água no reservatório de Itaparica, na Bahia. Já a professora Márcia Maria Alcoforado, da UFPE, apresentou sua tese de doutorado voltada para as áreas irrigadas e a relação com a disponibilidade hídrica do São Francisco, na área do Submédio.

ASCOM – Assessoria de Comunicação do CBHSF

Source: CBHSF [5]

INNOVATE Status Conference 2014

Lupe [6]

Published Tuesday, October 14 2014

Seminário discute questões do São Francisco

A bacia do rio São Francisco é o tema principal no primeiro dia de realização do III Seminário Brasil x Alemanha, promovido pela Universidade Federal de Pernambuco, na capital pernambucana. Durante dois dias (14 e 15 de outubro), pesquisadores e estudiosos da matéria debatem questões relacionadas ao uso e gestão das águas. O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, é um dos convidados para o evento, juntamente com o diretor técnico da agência delegatária do Comitê, a AGB Peixe Vivo, Alberto Schvartzman.

No início do seminário, nesta terça-feira (14), realizado no auditório do Instituto de Tecnologia da instituição, Schvartzman fez uma explanação sobre o papel da agência, a importância do CBHSF e os motivos que levam aos conflitos pelo uso hegemônico das águas do São Francisco. Ele repetiu a opinião de Miranda para reforçar a necessidade de uma atenção especial na gestão da bacia do Velho Chico.

“É uma bacia hidrográfica de grande extensão, com uma população estimada em 10% da população brasileira e sua vocação não é unicamente a geração de energia elétrica, por isso surgem os conflitos de uso”, afirmou Alberto Schvartzman, após explicar a função da agência delegatária e apresentar algumas das intervenções promovidas pela ABG Peixe Vivo em comunidades circunscritas na bacia, com a finalidade de preservar afluentes do São Francisco, a exemplo de barramentos e cercamentos, entre outros.

O presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, participa do evento na tarde desta terça-feira, na condição de debatedor da mesa redonda “Modelagem, avaliação socioeconômica e governança para o uso sustentável dos recursos naturais”.

ASCOM – Assessoria de Comunicação do CBHSF

Source: CBHSF [7]

Model and scenario workshops II

Lupe [8]

Published Wednesday, October 8 2014

Projeto Innovate realiza mais uma reunião

Modelos e cenários futuros para a bacia do São Francisco foram apresentados na manhã de ontem (07.09), em Belo Horizonte (MG), por pesquisadores alemães e brasileiros que desenvolvem o projeto batizado de Innovate. O estudo faz parte do calendário de atividades do projeto interdisciplinar de cooperação científica entre universidades e instituições técnicas do Brasil e da Alemanha, que ocorre desde 2012, principalmente na região da Usina Hidrelétrica de Itaparica, localizada na parte pernambucana da bacia. O objeto central é entender as relações entre as mudanças climáticas e as formas de uso da terra e da água na bacia hidrográfica do rio São Francisco.

Na oportunidade, foram exibidos temas relacionados às modelagens da disponibilidade e do manejo da água no reservatório de Itaparica, bem como de emissões e cargas de nutrientes no rio São Francisco. Além disso, os técnicos discutiram a economia e gestão da qualidade da água nas UHE’s, em especial na de Itaparica.

Participaram do encontro representantes do CBHSF, AGB Peixe Vivo, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Postdam Institute for Climate Impact Reasearch, Leibniz-Institute of Freshwater Ecoly and Inland Fisheries, além da Universidade Técnica de Berlim. A próxima reunião está agendada para amanhã (09.10), em Brasília (DF).

ASCOM – Assessoria de Comunicação do CBHSF

Source: CBHSF [9]

Model and scenario workshops I

Lupe [10]

Published Friday, August 8 2014

Belo Horizonte sedia reunião para discutir cenários da bacia do São Francisco

A cidade de Belo Horizonte (MG) sediou na última quarta-feira (06.08) a segunda e penúltima rodada da série de oficinas participativas que visam estudar para os próximos anos possíveis modelos e cenários ambientais, sociais e econômicos da bacia do São Francisco. A reunião aconteceu no escritório da agência de águas do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, AGB Peixe Vivo, localizado na capital mineira. Na segunda-feira (04.08), a cidade do Recife (PE) havia recebido os pesquisadores.

O estudo, denominado Innovate, faz parte do calendário de atividades do projeto interdisciplinar de cooperação científica entre universidades e instituições técnicas do Brasil e da Alemanha, que ocorre desde 2012, principalmente na região da Usina Hidrelétrica de Itaparica, localizada na parte pernambucana da bacia. O objeto central de estudo é entender as relações entre as mudanças climáticas e as formas de uso da terra e da água na bacia do São Francisco.

“Dividimos o projeto global em sete subprojetos (SP) de diferentes focos temáticos. Cada SP é coordenado por um professor brasileiro e um professor alemão”, disse a engenheira agrônoma alemã Marianna Siegmund-Schultze, uma das responsáveis pelo projeto. A iniciativa é financiada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação de ambos os países.

De acordo com a agrônoma, as oficinas estão acontecendo especialmente no sentido de cooperar com o avanço da pesquisa em uma dessas subáreas. “O diálogo com importantes atores é fundamental para a identificação desses cenários futuros. Ouvir suas opiniões e sugestões ajudará significativamente na avaliação das formas de governança e, também, na geração de ferramenta de apoio à decisão desses atores do São Francisco”, completou ela, que recebeu nas duas primeiras reuniões representantes do CBHSF, AGB Peixe Vivo, Embrapa, Cemig, Inema, Chesf, entre outros.

Na oficina de Belo Horizonte (MG) estiveram representando o CBHSF o vice-presidente e o coordenador da Câmara Consultiva Regional (CCR) do Alto São Francisco, respectivamente Wagner Soares Costa e Márcio Tadeu Pedrosa.

Além da busca de alternativas sustentáveis para o desenvolvimento regional do Velho Chico, o projeto anseia por formar jovens pesquisadores tanto do Brasil quanto da Alemanha. “Ao todo, já temos 100 acadêmicos – metade formada por brasileiros e a outra parte composta por alemães – envolvidos diretamente no estudo. Eles orientam mestrandos e doutorandos de instituições de ambos os países para que possam dar continuidade ao projeto”, revelou Marianna Siegmund-Schultze. Entre as instituições ligadas ao projeto estão a Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, representando a parte brasileira, e a Universidade de Berlim, representando a Alemanha.

Previsto inicialmente para acontecer até 2016, o estudo passará por uma avaliação no mês de outubro para saber se haverá continuidade ou não. “Estamos confiantes. Esperamos termina-lo e que num futuro muito próximo alguma instituição brasileira possa dar seguimento ao trabalho”, concluiu Marianna Siegmund-Schultze. Amanhã (08.07) é a vez de Petrolina (PE) sediar a oficina.

ASCOM – Assessoria de Comunicação do CBHSF

Source: CBHSF [11]

Environmental education days in Petrolândia

Lupe [12]
Lupe [13]

Published Saturday, June 14 2014

Petrolândia: Feira de Conhecimentos do Projeto Innovate reúne estudantes no Ginásio de Esportes 

Na terça-feira passada (10), Petrolândia recebeu o evento "Meio ambiente: o que podemos fazer para preservá-lo”, realizado pelo Projeto Innovate, em parceria com a Prefeitura de Petrolândia e a Universidade Federal de Pernambuco (UPE). 

A Feira de Conhecimentos, realizada no Ginásio de Esportes, teve caráter interativo com o público e exposições sobre os projetos que vêm sendo desenvolvidos no Innovate no município.

O Projeto Innovate é um projeto interdisciplinar de cooperação científica entre Brasil e Alemanha, financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil e pelo Ministério de Educação e Ciência da Alemanha. O interesse principal é entender as relações entre mudanças climáticas e formas de uso da terra e da água na região do Reservatório de Itaparica, na porção compreendida no Estado de Pernambuco. O projeto visa ajudar a encontrar alternativas sustentáveis para o desenvolvimento regional, providenciando conhecimentos para o suporte de decisões econômicas e ambientais no futuro. Um objetivo adicional do projeto é a formação de jovens pesquisadores do Brasil e da Alemanha.

Ver mais fotos sobre o evento: Feira de Conhecimentos [14]

Informações e fotos: Fábio Menezes/Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente

Source: Assis Ramalho [15]

A bacia sob o olhar acadêmico

Lupe [16]

Jornal CBHSF | Janeiro 2014 | nº 14 Publicado a segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Entrevista a Marianna Siegmund-Schultze

O trabalho desenvolvido pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco e a riqueza que representa a bacia em si serão temas de estudo por parte de pesquisadoras da Universidade de Berlim, na Alemanha, em parceria com técnicas da Universidade Federal de Pernambuco. Durante a plenária do CBHSF, realizada no início de dezembro em Jaboatão dos Guararapes, na Grande Recife (PE), a engenheira agrônoma Marianna Siegmund-Schultze, da Universidade de Berlim, responsável pelo trabalho, apresentou os detalhes do projeto de pesquisa científica. As atividades práticas devem começar em janeiro de 2014 e se estender até 2016. O objetivo é identificar questões técnicas que contribuam na gestão da bacia. Um dos itens a serem estudados é a identificação do volume atual de água na bacia e qual a perspectiva para o futuro. A iniciativa tem à frente o Instituto Innovate, cuja sede fica na Alemanha, que desenvolve 12 projetos internacionais, sendo dois deles no Brasil.


Qual o objetivo da pesquisa?
Temos o objetivo geral de buscar formas de governança que promovam, ao mesmo tempo, o uso sustentável dos recursos naturais e a viabilidade econômica das atividades rurais locais. O objetivo é bem abrangente, vamos poder contribuir só parcialmente. Estamos estudando a situação do uso da água e da terra e testamos futuras opções de manejo e governança desses recursos naturais. Os pesquisadores são das ciências naturais, exatas e humanas. Acreditamos que este conjunto heterogêneo contribui para uma avaliação crítica e proveitosa dos desafios da região, entre disciplinas diferentes e com o público interessado. O foco está no lado pernambucano da região do reservatório de Itaparica, mas para contextualizar analisamos também a bacia hidrográfica do rio São Francisco como um todo.


De quanto será o investimento no trabalho?

O investimento é grande e envolve energia, tempo, muita vontade e também dinheiro. O projeto é financiado, do lado alemão, pelo Ministério de Educação e Pesquisa da Alemanha, em torno de 5 milhões de euros. O lado brasileiro é financiado por um mosaico de vários fundos. Por exemplo, o Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico], a Universidade Federal de Pernambuco, a Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Instituto Federal de Pernambuco estão sustentando trabalho de campo, enquanto a maioria das bolsas vem do CNPq, Facepe [Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco] e Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior].


Por que o interesse do grupo pelo Comitê do São Francisco?
O CBHSF é extremamente interessante para nós, de um lado, como parte do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Pretendemos estudar formas de governança e o colegiado faz parte disto. Entender o seu funcionamento, desafios e sucessos vai ajudar-nos a avaliar formas de governança. Do outro lado, a plenária do Comitê reúne vários atores da bacia. O diálogo com estes atores é muito valioso para as várias linhas de pesquisa do nosso projeto. Sentimos um interesse dos integrantes da plenária nos resultados futuros dessa pesquisa. E a qualidade da pesquisa também depende do diálogo com os atores envolvidos −usuários dos recursos naturais, sociedade civil e poder público.

 

Qual a aplicação prática da pesquisa na bacia?
Começamos em 2012 e a previsão é continuar até final de 2016. Pretendemos elaborar diretrizes que apresentem de forma bem acessível os elementos que foram estudados. Isto poderia servir para aplicações em níveis bem distintos. Por exemplo, um grupo estuda alternativas para melhoria da qualidade do solo. Se esta pesquisa gerar resultados promissores, isto já poderá ser adotado em alguns lotes da região. Outro exemplo: as modelagens da qualidade e quantidade da água da bacia, comparando cenários prováveis do futuro, poderão vir a complementar os prognósticos das mudanças climáticas na região. De forma geral, os resultados poderão servir de apoio ao processo de tomada de decisões, mostrando opções em circunstâncias complexas.

 

Quais os pontos que se pretendem mensurar na pesquisa?
Já está sendo mensurada uma série de parâmetros, principalmente nos municípios de Petrolândia, Itacuruba e Floresta. Temos campanhas de amostragem de água, sedimentos e macrófitas, bem como medição de gases de efeito estufa no reservatório de Itaparica; mensuramos características do solo; estamos catalogando e monitorando a ocorrência de anfíbios e plantas da caatinga; fizemos em torno de 300 entrevistas com pescadores tradicionais e pequenos produtores dentro e fora dos perímetros irrigados; realizamos inúmeras entrevistas com lideranças locais e uma série de oficinas com a comunidade local. Também utilizamos dados secundários, por exemplo, dados históricos de vazões e os planos diretores existentes na região.

 

Quantas pessoas estão envolvidas no trabalho e qual o papel de cada uma? Somos um grupo bem grande: em torno de 100 pesquisadores, metade de brasileiros, metade de alemães. Temos a nossa “Direc” (como é a estrutura do Comitê): composta da coordenação do projeto, em que eu faço parte, e os líderes alemães e brasileiros dos sete subprojetos, digamos, as “câmaras” (gestão da água; uso do solo; técnicas de reúso; biodiversidade; socioeconomia; modelagem e o grupo de apoio à tomada de decisão). Cada líder de subprojeto se comunica com os seus pesquisadores de distintos grupos temáticos. A maior [cortado por erro de digitação no jornal]

 

Acesso à Jornal:

cbhsaofrancisco.org.br/sala-de-imprensa/publicacoes/jornal-cbhsf-janeiro-2014-no-14 [17]

 

 

Berliner Forscher in brasilianischen Gewässern

Lupe [18]
Lupe [19]

Ein schmales Boot schaukelt auf dem Itaparica-Stausee im Osten Brasiliens. Am Außenborder ein Fischer, der den wackligen Kahn mit zwei Passagieren über die Wasserfläche steuert. Doch die beiden Fahrgäste sind keine Angeltouristen, es sind Wissenschaftler, die den Sauerstoffgehalt des Wassers messen wollen: Der Berliner Geoökologe Jonas Keitel und seine Kollegin Maricela Rodriguez forschen am Itaparica-See für das Leibniz-Institut für Gewässerökologie und Binnenfischerei (IGB) in Berlin.



Seit 25 Jahren wird hier der São-Francisco-Fluss zu einem See mit einer Fläche von mittlerweile 828 Quadratkilometern aufgestaut, was fast der Grüße Berlins entspricht. „Der Itaparica liegt in einem semi-ariden Gebiet“, erklärt der Limnologe Dr. Peter Casper, „Das heißt: Es ist sehr trocken dort, denn es regnet nur wenige Tage im Jahr.“ Das Seewasser werde deshalb auf vielfältige Weise genutzt: zur landwirtschaftlichen Bewässerung, als Trinkwasser für die Bevölkerung, zur Energiegewinnung und für die Fischzucht in Aquakulturen. Die intensiven Nutzungen belasten das Ökosystem See: Böden versalzen, Algen wachsen und klimaschädliches Methan entweicht in die Atmosphäre.


Berliner Wissenschaftler sind gut vertreten

Seit Januar 2012 arbeiten mehr als 100 Wissenschaftlerinnen und Wissenschaftlern aus Deutschland und Brasilien an nachhaltigen Nutzungskonzepte für den Stausee. Aus der Region Berlin-Brandenburg ist neben dem IGB auch die TU Berlin an dem bilateralen Projekt beteiligt, bei ihr liegt die Gesamtkoordination auf deutscher Seite. Ein weiterer Projektpartner ist das Potsdamer Institut für Klimafolgenforschung.


Insgesamt 5,1 Millionen Euro investiert das Bundesministerium für Bildung und Forschung in das auf fünf Jahre angelegte Forschungsprojekt. 2,8 Millionen davon gehen an die TU Berlin, 714.000 Euro an das IGB. Damit finanziert das Institut vier Teilprojekte am Itaparica-Stausee. Das Themenspektrum der Forscher und Forscherinnen reicht von optimierter Energiegewinnung über Fischzucht bis zum nachhaltigen Ackerbau.

Dr. Casper koordiniert die IGB-Projekte und untersucht den Ausstoß von Treibhausgasen durch den See. Das Team seines Kollegen Prof. Dr. Werner Kloas beschäftigt sich derweil mit der Aquakultur und testet, welche Fischarten sich für eine Zucht eignen, die das Gewässer durch den minimierten Einsatz von Nährstoffen und Toxinen schont.
Im dritten Teilprojekt untersuchen die Wissenschaftlerinnen und Wissenschaftler um Dr. Markus Venohr die Nährstoffzuflüsse zum Itaparica-See. Dabei verwenden sie das am IGB entwickelte Modell MONERIS, das bereits in klimatisch vergleichbaren Gebieten Asiens zum Einsatz kommt. Das vierte Team wird von Dr. Michael Hupfer geleitet. Es analysiert die Sedimente im See und ihre Rolle im Nährstoffkreislauf.


Die soziale Komponente des Projekts

Die Ergebnisse der INNOVATE-Projekte sollen nicht nur auf den Itaparica-See angewandt werden. Die Beteiligten hoffen, dass sie langfristig auch zur nachhaltigeren Bewirtschaftung von Gewässern in anderen semi-ariden Gebieten beitragen können.


Jonas Keitel und Maricela Rodriguez haben ihre Wasserproben inzwischen entnommen. Ohne die Hilfe lokaler Fischer würde ihnen die Arbeit deutlich schwerer fallen, wie Dr. Peter Casper erklärt: „Sie stellen uns ihre Boote zur Verfügung und fahren uns auf den See. Da gibt es einen sehr guten Kontakt“. Doktoranden hätten das Projekt den örtlichen Fischern vorgestellt, auch an anderen Stellen binden die Forscher die lokale Bevölkerung ein. So beginnt die Nachhaltigkeit des Projekts abseits jeder Wissenschaft bereits im Zwischenmenschlichen.

Weitere Informationen:
 
    •    Projektinformationen des IGB [20]
    •    Forschungsprojekt MONERIS des IGB [21]

 

aus Berlin Sciences - das Portal der Wissenschaftsmetropole, April 2013

www.berlin-sciences.com [22]

Öko-Labor Stausee

Lupe [23]
Lupe [24]

Ein großes BMBF-Verbundprojekt unter IGB-Beteiligung erforscht, wie Stauseen nachhaltiger genutzt werden können.

Er ist viel größer als der Bodensee – und doch unter den brasilianischen Stauseen einer der kleineren: der Itaparica-Stausee, zu dem der São Francisco-Fluss seit 1988 gestaut wird, im Osten Brasiliens und etwa 200 Kilometer entfernt vom Atlantik. In einem großen Verbundprojekt, an dem mehr als 100 Wissenschaftler aus Deutschland und Brasilien beteiligt sind, wird jetzt erforscht, wie der Stausee möglichst nachhaltig genutzt werden kann. Im Zentrum stehen dabei die Nutzung und Änderung der Nutzungsformen im gesamten Einzugsgebiet.


"Der See liegt in einem semi-ariden Gebiet, das heißt: Es ist sehr trocken dort, denn es regnet nur wenige Tage im Jahr. Deswegen wird das Wasser des Sees auf vielfältige Weise genutzt: zur Bewässerung, als Trinkwasser, zur Energiegewinnung und für die Aquakultur“, berichtet IGB- Forscher Peter Casper. Der Limnologe koordiniert die vier Teilprojekte, mit denen das IGB am Verbundvorhaben INNOVATE beteiligt ist. Der Projektname ist die Kurzform für „Nachhaltige Nutzung von Stauseen durch innovative Kopplung von aquatischen und terrestrischen Ökosystemfunktionen“. 5,1 Millionen Euro hat das Bundesministerium für Bildung und Forschung für das Vorhaben bereitgestellt, 714000 Euro davon gehen an das IGB. INNOVATE startete im Januar 2012 und läuft bis Ende 2016.
„Wir erarbeiten Vorschläge, wie das Wasser so genutzt werden kann, dass die Umwelt nicht darunter leidet“, sagt Casper. Denn die intensive Nutzung des Wassers, aber auch der Böden im Einzugsgebiet hat schwerwiegende Folgen für das Ökosystem des Sees Die Forschungsthemen im Projekt sind vielfältig, sie reichen von der Optimierung der Energiegewinnung bis zu Fragen einer sinnvollen Fruchtfolge auf den angrenzenden Feldern. Die vier IGB- Arbeitsgruppen befassen sich mit aquatischen Fragestellungen. So konzentriert sich die Arbeitsgruppe von Werner Kloas auf die Aquakultur im See und erforscht unter anderem, welche Fischarten sich besser eignen könnten als die zurzeit gezüchteten Tilapien. Um die Belastung des Sees mit Nährstoffen und Toxinen zu reduzieren, testen Kloas und seine Kollegen Fische, die extrem schnell wachsen und durch hervorragende Fleischqualität ausgewiesen sind – die Arapaima.
In einem zweiten, von Markus Venohr betreuten Teilprojekt werden die Nährstoffflüsse modelliert, die in den See gelangen. Das hierfür verwendete, am IGB entwickelte Nährstoffeintragsmodell MONERIS wird derzeit für die be- sonderen Bedingungen im Itaparica-Stausee angepasst. Michael Hupfer leitet ein drittes Teilprojekt, das die Sedimente des Sees genauer unter die Lupe nimmt Untersucht wird, welche Rolle Sedimente im Nährstoffkreislauf des Stausees spielen und ob sie eventuell als Dünger genutzt werden können.

In einem weiteren Teilprojekt, das Peter Casper leitet, geht es um die Treibhausgase, die der See emittiert Ein erstes – durchaus positives – Ergebnis: „Obwohl die Me- thankonzentration in den Sedimenten hoch ist, konnten wir feststellen, dass im Wasser relativ wenig Methan gelöst ist“, sagt der IGB-Forscher.

Eine Besonderheit des Vorhabens: Bei Untersuchungen wird die lokale Bevölkerung explizit eingebunden. So haben die Doktorandinnen und Doktoranden der aquatischen Teilprojekte sich und ihre Forschungsarbeiten bei der örtlichen Fischereigemeinschaft vorgestellt „Auf die Hilfe der Fischer sind wir angewiesen, denn sie stellen uns ihre Boote zur Verfügung und fahren uns auf den See. Da gibt es einen sehr guten Kontakt“, berichtet Casper INNOVATE zielt auch auf Nachhaltigkeit in einem übergeordneten Sinne ab: Die entwickelten Nutzungskonzepte sollen nicht nur für diesen Stausee, sondern für eine nachhaltigere Bewirtschaftung auch  anderer Wassereinzugsgebiete in semi-ariden Gebieten eingesetzt werden können. Um das zu gewährleisten, werden alle im Projekt entwickelten Ideen auf Relevanz und Umsetzbarkeit geprüft.

 

Von Wiebke Peters

aus  Verbundjournal - Das Magazin des Forschungsverbundes Berlin e.V.  - Nr. 93 / März 2013

Angestaute Probleme

Böden versalzen, Algen wachsen und
Methan entweicht. Das ist das Risiko, wenn Flüsse zu Seen werden
Lupe [25]

Böden versalzen, Algen wachsen und Methan entweicht.

Staudämme sind für Brasilien eine wichtige Energie- und Bewässerungsquelle und werden oft als ein „sauberer“ Weg zur Reduzierung von Treibhausgasen betrachtet. Tatsächlich aber geraten seit Jahren verstärkt auch Umweltbeeinträchtigungen durch große Staudämme in den Fokus der internationalen Diskussion. „Die Vor- und Nachteile der Wasserkraft können in den einzelnen Ländern nur politisch und zusammen mit der Bevölkerung ausgehandelt werden“, sagt Maria do Carmo Sobral, Professorin an der Uni- versidade Federal de Pernambuco (UFPE) in Brasilien.

Seit ihrem Studium der Landschaftsplanung an der TU Berlin hat sich Maria Sobral intensiv mit Wassermanagement in semiariden Gebieten beschäftigt, insbesondere mit der Wasserreinhaltung von Stauseen, die wegen ihrer Künstlichkeit Probleme mit der Nährstoffanreicherung haben. Ihr Untersuchungsgebiet liegt rund um den Itaparica-Staudamm, der den São-Francisco-Fluss im Nordosten Brasiliens zu einem See aufstaut. Da war es naheliegend, Maria Sobral für ein groß angelegtes Verbundprojekt des deut- schen Bundesforschungsministeriums (BMBF) mit brasilianischen Partnern zu verpflichten, das in die Fördermaßnahme „Nachhaltiges Landmanagement“ des BMBF eingebettet ist.

Böden versalzen, Algen wachsen und Methan entweicht. Das ist das Risiko, wenn Flüsse zu Seen werden

In enger Zusammenarbeit mit Brasilien wer den nachhaltige Strategien zum Erhalt wichtiger Ökosystemfunktionen und Dienstleistungen erarbeitet. Unter dem Namen „INNOVATE“ startete das BMBF Anfang 2012 das Verbundprojekt mit 5,1 Millionen Euro für fünf Jahre. 

„In der Untersuchungsregion, die den Wassereinzugsbereich des São-Francisco-Flusses bis zum Itaparica-Staudamm umfasst, suchen hundert Wissenschaftlerinnen und Wissenschaftler nach Modellen, Lösungen, Handlungsstrategien und Technologien, die sowohl den Klimawandel berücksichtigen als auch eine solide ökonomische Basis für die Bevölkerung versprechen“, sagt der deutsche Projektsprecher, Prof. Dr. Johann Köppel, Leiter des Fachgebiets Umweltprüfung und Umweltplanung der TU Berlin. Ziel der brasilianisch- deutschen Kooperation ist es, ein Management für Stauseen und ihre Einzugsgebiete in semiariden Zonen zu entwickeln, das die Wasserqualität erhöht, die Belastung durch Algen und die Freisetzung des Treibhaus- gases Methan vermindert, eine fortschreitende Versalzung der Böden aufhält und vor allen Dingen die Anrainer der Stauseen in die Entwicklung einbezieht. 

„Die Vor- und Nachteile der Wasserkraft können nur politisch und zusammen mit der Bevölkerung ausgehandelt werden.“

Diese komplexe Aufgabe ist nur durch ein interdisziplinäres Herangehen zu bewältigen. Von der TU Berlin beteiligen sich die Fachgebiete Bodenkunde, Geoinformation in der Umweltplanung, Landschaftsökonomie, Ökologische Wirkungsforschung und Ökotoxikologie, Ökosystemkunde/Pflanzenökologie, Wasserwirt- schaft und Hydrosystemmodellierung sowie Wasserreinhaltung. Auf der brasilianischen Seite, die eigene Finanzmittel durch das Ministerium für Wissenschaft, Technologie und Innovation (MCTI) einbringt, sind als zentrale Partner die zwei Universitäten aus Pernambuco, Forschungsinstitute und wichtige Interessen- vertreter der Region eingebunden. Die Sprecherin ist Maria do Carmo Sobral.

 

Text Christiane Petersen 

aus 3eins4 das Alumni-Magazin der TU Berlin 1. Jahrgang Nr.01| 2012/ 13

RODADA ITAPARICA DE DESENVOLVIMENTO

Lupe [26]

Prefeito de Itacuruba preside mesa sobre aproveitamento e conservação da caatinga

 

Na 5ª feira passada, dia 22 de novembro, em concorrido encontro no auditório do escritório geral da CHESF, no bairro de Itaparica, no município de Jatobá, no sertão pernambucano, sob a presidência do prefeito de Itacuruba Romero Magalhães Monteiro e mediação da coordenadora Kátia Távora Maia, a Rodada Itaparica de Desenvolvimento realizou o painel 'Aproveitamento e conservação da Caatinga', com palestras dos dirigentes Sérgio Mendonça, da secretaria estadual de meio ambiente, que falou sobre desertificação e inexistência de Unidades de Conservação em todos os municípios da região (clique aqui e veja a exposição na íntegra [27]), Tadeu Vinhas, da Embrapa, que falou sobre a Pecuá́ria Caprina Extensiva o Desmatamento (clique aqui e veja a exposição na íntegra [28]), professores Maria do Carmo Sobral, da UFPE, e Johann Koeppel, do Technische Universität Berlin, que apresentaram o projeto INNOVATE (clique aqui e veja a exposição na íntegra [29]) e Alexandre Moura, do DNOCS e da Associação Pernambucana de Apicultores e Meliporicultores (APIME), que falou sobre a importância das abelhas para a conservação da caatinga (clique aqui e veja a exposição na íntegra [30]).

Clube de Engenharia de Pernambuco
Boletim Informativo
Edição de 25 de novembro de 2012

New German-Brazilian cooperation in semiarid reservoir – watershed studies.

The German Federal Ministry of Education and Research (BMBF) has started a bi-national research project for sustainable reservoir management in semi‐arid Brazil in cooperation with the Brazilian Ministry of Science and Technology (MCT) and the National Council for Scientific and Technological Development (CNPq), called INNOVATE - INterplay between the multiple use of water reservoirs via inNOVative coupling of substance cycles in Aquatic and Terrestrial Ecosystems.


Focus of this 5 years research program of the Berlin Technical University and the Universidade Federal de Pernambuco as coordinators is the interplay among multiple uses of water reservoirs via innovative coupling of substance cycles in aquatic and terrestrial ecosystems and aims at sustainable watershed management using the Itaparica reservoir, Sao Francisco river, in the semi‐arid region of Brazil as a case study under consideration of climate change conditions. The general research question is “Which governance options promote sustainable ecosystem services and economic viability under climate change conditions?”
Water reservoirs in semi‐arid areas are considered convenient means to supply growing populations with water and to generate renewable energy, but large dam projects are abruptly changing the ecosystem services. Along with climate change, the management of respective watersheds therefore faces various challenges.
Brazilian and German researchers from many different science disciplines (limnology, ecotoxicology, aquaculture, hydrology, soil sciences, agriculture, plant and animal ecology, (socio‐)economy, modelling and planning) investigate important regional problems and attempt to find applicable solutions. In addition to generating scientific knowledge, strategies for practical implementation of results in the study area are developed via joint work of scientists and local stakeholders.

Some research highlights in hydrobiology are the re-oligotrophication potential of the Itaparica reservoir, development of geoprocessing methods in water quality analyses, aquatic biodiversity and occurrence of undesired species, phosphorous release by sediment-water interaction, nutrient release by periodically desiccated littoral sediment, emissions of greenhouse gases via lake surface and turbines, development of a high resolution multi-dimensional model for hydrodynamics and water quality, an advanced sediment management with re-use of sediments in agriculture, the use of the green liver (water treatment by submerged macrophytes) for aquaculture water effluents, among else.

International Water Association | Newsletter of the IWA Specialist Group on WATERSHED & RIVER BASIN MANAGEMENT

November, 2012

Neue Kreisläufe für Umwelt und Gesellschaft

Montag, 18. Juni 2012

BMBF-Verbundprojekt untersucht Lösungen für Staudammprojekte in Brasilien

Staudämme sind eine attraktive Möglichkeit, erneuerbare Energien zu gewinnen und gleichzeitig die wachsende Bevölkerung mit Wasser zu versorgen. Zunehmend geraten jedoch insbesondere große Staudammprojekte in die Kritik aufgrund ihrer negativen Auswirkungen auf die Umwelt oder gesellschaftliche Gruppen. Acht Fachgebiete aus vier Instituten der Fakultäten VI Planen Bauen Umwelt und III Prozesswissenschaften sowie weitere universitäre und außeruniversitäre Partner in Deutschland und Brasilien arbeiten im Projekt „INNOVATE“ an umwelt- und gesellschaftsverträglichen Lösungen für solche Staudammprojekte.

„INNOVATE“, in das das Bundesforschungsministerium (BMBF) maximal 5,1 Millionen Euro über fünf Jahre investiert – 2,8 Millionen Euro davon bleiben an der TU Berlin –, ist eines von zwölf großen Regionalprojekten innerhalb des Förderschwerpunktes „Nachhaltiges Landmanagement“ des Ministeriums, mit dem die Nachhaltigkeitsstrategie und die Klimaschutzziele der Bundesregierung weltweit unterstützt werden sollen.

Insgesamt bearbeiten seit Anfang 2012 mehr als 100 Wissenschaftlerinnen und Wissenschaftler den konkreten Fall des Gebiets um den Itaparica-Stausee. Als aufstrebende Nation schenkt Brasilien der Energiegewinnung große politische Aufmerksamkeit. „Ökologische und gesellschaftliche Gewinne und Verluste halten sich in vielen Projekten allerdings nicht die Waage“, erklärt Privatdozentin Dr. Marianna Siegmund-Schultze vom TU-Fachgebiet Umweltprüfung und Umweltplanung, die das Projekt koordiniert, „insbesondere wenn die Nachteile für die Zivilgesellschaft nicht genügend abgefedert wurden. Die betroffenen Einwohner nehmen Nachteile aber viel stärker wahr als die Endnutzer, die weitab vom Ort der Energiegewinnung leben. Hier ist ein umsichtiges Land- und Wassermanagement erforderlich.“

Diese Situation findet sich auch im Untersuchungsgebiet rund um den brasilianischen Itaparica-Staudamm, der den Fluss São Francisco im semi-ariden nordöstlichen Bundesstaat Pernambuco zum See aufstaut. Das Gebiet umfasst außerdem das gesamte 377 000 Quadratkilometer große Einzugsgebiet des Flusses bis zur Stadt Belo Horizonte im Süden. Der Staudamm stammt aus den 1980er-Jahren. Damals wurden etwa 40 000 Menschen umgesiedelt. Oft jedoch waren die zur Verfügung gestellten Landstriche von minderer Ackerqualität. Und auch der See selbst leidet heute unter Verschmutzungen und Algenblüte infolge eines Nährstoffüberangebots. Inzwischen stellen aber nicht nur Auswirkungen des abrupten Eingriffs in das Ökosystem durch den Bau des Staudamms neue Anforderungen an das Management der Wassereinzugsgebiete, sondern auch die Veränderungen durch den Klimawandel.

„Wir suchen nach Modellen, Lösungsansätzen, Handlungsstrategien und Technologien, die sowohl den Klimawandel berücksichtigen als auch eine solide ökonomische Basis für die Bevölkerung versprechen. Diese komplexe Aufgabe ist nur durch eine interdisziplinäre Herangehensweise zu bewältigen“, so Projektsprecher Prof. Dr. Johann Köppel, Leiter des Fachgebiets Umweltprüfung und Umweltplanung. Und so sind allein an der TU Berlin neben seinem so unterschiedliche Fachgebiete wie Bodenkunde, Geoinformation in der Umweltplanung, Landschaftsökonomie, Ökologische Wirkungsforschung und Ökotoxikologie, Ökosystemkunde/Pflanzenökologie, Wasserwirtschaft und Hydrosystemmodellierung sowie Wasserreinhaltung eingebunden. Auf brasilianischer Seite sind außerdem relevante Interessenvertreter der Region beteiligt. Die brasilianischen Partner aus Wissenschaft und Wirtschaft bringen ebenfalls Finanzmittel ein.

Eine der innovativen Maßnahmen, um Stoffkreisläufe zu verbinden, ist zum Beispiel die Weiterentwicklung der sogenannten „Grünen Leber“, ein biologisches System zur Verbesserung der Wasserqualität. Eine andere, die die Bodenqualität verbessern soll, ist die Einbringung von Seesediment und Biokohle in die Erde. Die Auswirkungen der neuen Maßnahmen auf Ökosystem und Wirtschaft werden gemessen und bewertet. Ziel von „INNOVATE“ ist es, darauf aufbauend Szenarien und Modelle veränderter und angepasster Handlungsweisen zu entwickeln, die den Klimawandel berücksichtigen – zum Vorteil von Umwelt und Gesellschaft.

www.innovate.tu-berlin.de [31]

http://nachhaltiges-landmanagement.de [32]

pp / Quelle: Hochschulzeitung "TU intern", 6/2012

Original and Print Version can be found here: Neue Kreisläufe für Umwelt und Gesellschaft [33]

Nachhaltige Nutzung eines Stausees in Brasilien

Aquakultur am Itaparica Stausee
Lupe [34]
Der Itaparica Stausee im Nordosten Brasiliens
Lupe [35]
Wasser des Itaparica wird zur Bewässerung landwirtschaftlicher Flächen genutzt.
Lupe [36]

[Translate to English:] Im Nordosten Brasiliens übersteigt die Verdunstung den Niederschlag pro Jahr in sechs bis neun Monaten. In dieser semiari- den Region entstand durch den Anstau des Sao Fransico Flusses in den 80er Jahren der Itaparica Stausee. Dieses Reservoir wird vielfach genutzt, besonders zur Energiegewinnung, zur Bewässerung landwirtschaftlicher Flächen und zur Fischzucht. Wechselnde Wasserstände verstärken die Belastung, der Nährstoffgehalt des Sees ist hoch. Mit Bau des Staudamms wurden die Bewohner der Region in neue Siedlungen mit kleinbäuerlicher Bewässerungslandwirtschaft umgesiedelt.

In dem auf deutscher Seite vom BMBF geförderten Projekt „Nachhaltige Nutzung von Stauseen durch innovative Kopplung von aquatischen und terrestrischen Ökosystemfunktionen – Innovate“ untersucht ein internationales Forscherteam, wie der brasilianische Itaparica Stausee und das angrenzende Land nachhaltig genutzt und bewirtschaftet werden können.Ziel der Wissenschaftler: Die Stoffflüsse im Wasser und an Land so zukoppeln, dass die Belastungen des Sees zurück gehen und gleichzeitig das landwirtschaftliche Potenzial der Region besser ausgeschöpft wird.

In dem Projekt sind vier Arbeitsgruppen aus drei unterschiedlichen Abteilungen des IGB beteiligt. 

Grüne Leber: Pflanzen reinigen

„Eine Fragestellung, der wir in dem Projekt vorrangig nachgehen: Welche Maßnahmen sind ökologisch sinnvoll und kosteneffizient, um den Nährstoffgehalt im See zu verringern. In China habenvor einigen Jahren Wissenschaftler unserer Abteilung an einemnährstoffbelasteten See das Prinzip der „Grünen Leber“ entwickelt und erfolgreich angewendet: Wir fanden heraus, dass Wasserpflanzen in der Lage sind, die von Cyanobakterien gebildeten Giftstoffe aufzunehmen, abzubauen und somit aus dem Wasser zu entfernen. Das Prinzip, dass Giftstoffe durch Pflanzen aufgenommen werden, nennt man „Grüne Leber“ in Analogie zur menschlichen Leber, die im Menschen schädliche Substanzen, zum Beispiel Alkohol, entgiftet. Das Grüne Leber System möchten wir in Innovate nun weiterentwickeln, um das verunreinigte Stauseewasser aufzubereiten. Außerdem werden wir unterschiedliche Methoden testen, um die Belastung des Gewässers durch die vorhandene Aquakultur zu verringern.“

(Werner Kloas)

See-Nährstoffe als Dünger

„Wir untersuchen, welche Funktion das Sediment für den Nährstoffhaushalt im See hat – und welche Rolle die Schichtungsverhältnisse und Sedimentqualität dabei spielen. Zu viele Nährstoffe sind im See unerwünscht, können an Land jedoch als natürlicher Dünger dienen: Nährstoffe aus dem See-Sediment und Biokohle werden als Dünger in den kleinen Bauernhöfen der Region getestet und das Experiment von den Projektpartnern einer ökonomischen Analyse unterzogen.“

(Michael Hupfer)

 

Treibhausgase reduzieren

„Ein weiteres ökologisches Problem tritt am Itaparica Stausee
auf: Bodenerosion, Eutrophierung und Umlagerungsprozesse führen zur Anreicherung organischer Sedimente. In diesen werden Treibhausgase produziert, die auch an die Atmosphäre abgegeben werden können. Die Bildung und Emission der wichtigen Gase Methan und Kohlenstoffdioxid möchte unser Team detailliert untersuchen.“

(Peter Casper)

Nährstoffkreisläufe berechnen

„Der Stausee ist zum einen durch die Landwirtschaft im direkten Einzugsgebiet, zum anderen aber durch den wesentlich niederschlagsreicheren Oberlauf beeinflusst. Im direkten Einzugsgebiet sind die Nährstoffeinträge erhöht, denn den umgesiedelten Landwirten werden Wasser, Dünger und Pestizide kostenfrei von den Stauseebetreibern zur Verfügung gestellt. Diese werden im hohen Umfang angewendet. Mehr als 80 Prozent des Abflusses am Itaparica stammen aus dem Oberlauf, in dem auch die Stadt Belo Horizonte mit 3,1 Mio. Einwohnern liegt. Mit dem Modell Moneris können wir die Nährstoffeinträge in die Fließgewässer des ge- samten etwa 600,000 km2 großen Einzugsgebiets abschätzen. Es berechnet die Nährstoffeinträge, den Transport und Rückhalt von Nährstoffen im Gewässer und liefert die Grundlage zur Identifizierung der Eintragsquellen, sowie deren räumliche Verteilung. Daraus können wir dann Handlungsoptionen zur Verbesserung der Gewässerqualität im Itaparica Stausee ableiten. Innerhalb des Projektes werden wir Moneris für die sehr trockenen Bedingungen und die besonderen Böden mit ihrem geringen Anteil an organischem Material im Einzugsgebiet des Stausees anpassen.“

(Markus Venohr) 

  

Zum Projekt:

Zweiundzwanzig deutsch-brasilianische Forschungsmodule sind in sieben SubProjekte (SP) gegliedert.Die Steuerungsgruppe besteht aus den brasilianischen und deutschen SP-Leitern. Das Koordinierungsteam ist ebenfalls bi-national besetzt. Eine regionale Interessengruppen-Versammlung beobachtet und bewertet die Relevanz der Studien und Durchführbarkeit der Empfehlungen. Ein internationales Wissenschaftlerteam hat eine beratende Funktion. Die Projektkoordination leitet die Interaktion mit GLUES (Global Assessment of Land Use Dynamics, Greenhouse Gas Emissions and Ecosystem Services), unterstützt durch jeweilige Ansprechpartner aus denTeilprojekte. Das brasilianische Ministerium für Forschung und Technologie leitet die Gruppe der brasilianischen Sponsoren und stellt somit den direkten Partner für das BMBF/ DLR auf deutscher Seite dar.

Das Verbundprojekt Innovate ist eingebunden in die Fördermaßnahme „Nachhaltiges Landmanagement“ des Bundesministeriums für Bildung und Forschung (BMBF).

Förderzeitraum: 01.01.2012 bis 31.12.2016 www.innovate.tu-berlin.de [37]

  •   Koordination Deutschland: Technische Universität Berlin,

      Fachgebiet Umweltprüfung und Umweltplanung, Prof. Dr. Johann Köppel

  •   Koordination Brasilien: Federal University of Pernambuco, Prof. Dr. Maria do

      Carmo Sobral

  •   Universität Hohenheim, Fachgebiet für Tierhaltung und Tierzüchtung in den      

      Tropen und Subtropen

  •   Potsdam-Institut für Klimaforschung e.V.

  •   Hochschule für Technik und Wirtschaft

  •   Leibniz-Institut für Gewässerökologie und Binnenfischerei

 Koordination IGB:Dr. Peter Casper, pc@igb-berlin.de

 

aus dem IGB Forschungsbericht 2011, Juni 2012 

Leibniz-Institut für Gewässerökologie und Binnenfischerei - Im Forschungsverbund Berlin e.V. 

Missão alemã do Projeto INNOVATE visita sede da APAC

Publicado em 11/04/2012 | Categoria: Informe/Agenda
Voltar

 

Assinalando o início das atividades de cooperação com a APAC, a comitiva de professores e técnicos do Projeto Innovate – interplay between the multiple use of water reservoirs via innovative coupling of substance cycles in aquatic and terrestrial ecosystems – visitou as dependências da APAC na quarta-feira 04 de abril. Este programa é coordenado no Brasil pela Profª Maria do Carmo Sobral numa cooperação entre a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Técnica de Berlim (TU-Berlin). O projeto foi aprovado pelo Ministério Alemão de Ciência e Tecnologia – BMBF e pelo Ministério Brasileiro de Ciência e Tecnologia – MCT.

Recebidos pelo diretor-presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima, Marcelo Asfora, e também pelos diretores Marisa Figueiroa e Sérgio Torres, os professores e pesquisadores Günter Gunkel (TU-Berlin), Peter Casper (Instituto de Ecologia das Águas Doces e Pesca – IGB), Michael Hupfer (IGB), Gustavo Melo (UFPE) e Débora Lima (TU-Berlin) puderam conhecer as instalações da APAC e discutir atividades desenvolvidas no âmbito da gestão sustentável dos recursos hídricos.

Dentre os principais objetivos do projeto, destaca-se o aumento da produtividade dos ecossistemas terrestres e aquáticos através do uso sustentável da água e do solo no entorno de reservatórios. O convênio com a APAC diz respeito a temas relacionados à gestão dos recursos hídricos; no financiamento, em conjunto com a Facepe, de bolsas na temática do projeto e na disponibilização de dados de monitoramento hidrometeorológico.

http://www.apac.pe.gov.br/noticias.php?noticia_id=312 [38]

Lodo será usado para recuperar a caatinga

Lupe [39]

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
27/03/2012 | 14h20 | Pesquisa

O lodo da Barragem de Itaparica e de tanques de piscicultura em Itacuruba, na região do Submédio do São Francisco, deve ser empregado para recuperar solos degradados do Sertão. As primeiras amostras do material foram coletadas por pesquisadores do projeto Innovate, que reuniu ontem, no Recife, estudiosos do Brasil e da Alemanha. O investimento é financiado pelos dois países.


A perspectiva é de que os primeiros experimentos no Sertão sejam feitos até junho deste ano. “O lodo dos tanques de piscicultura é rico em fósforo e tem potencial de recuperar o solo”, explicou a professora do curso de gestão ambiental do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Ifpe), Marília Lyra, uma das responsáveis por essa linha de pesquisa.

A preocupação do Innovate com o solo vai além do reuso do lodo. Ao mesmo tempo em que farão as experiências com sedimentos da barragem e dos tanques de peixes, os pesquisadores também vão analisar aspectos como a erosão, a salinização do solo e o emprego de agrotóxicos. Isso vale para atividades econômicas já existentes na região, como a produção irrigada, e as que estejam previstas.

“Os estudos devem considerar a questão das mudanças climáticas no semiárido”, esclareceu a coordenadora brasileira do Innovate, Maria do Carmo Sobral. Ela é professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), uma das 21 instituições participantes do Innovate. Dentro da preocupação com alterações do clima, o projeto fará estudos voltados ao uso da água e à conservação da caatinga.

A princípio, a parceria entre o Brasil e a Alemanha deve durar três anos, período que pode ser ampliado para cinco. Mais de 50 profissionais atuarão na iniciativa. Os trabalhos vão contar com 19 doutorandos alemães e 20 brasileiros de diversas áreas como biodiversidade, recursos hidrícos, manejo de solo e planejamento estratégico. A iniciativa tem o apoio dos ministérios de Ciência e Tecnologia do Brasil e de Educação Superior e Pesquisa da Alemanha. O investimento total na pesquisa é superior a R$ 10 milhões.

Alemães e brasileiros se reuniram ontem pela manhã e à tarde no campus tecnológico do Ministério de Ciência e Tecnologia, na Cidade Universitária, no Recife. De hoje a quinta-feira, o grupo vai conhecer o lago de Xingó e o entorno da barragem. O programa prevê visitas a projetos de irrigação, de transposição do Rio São Francisco e de preservação do bioma caatinga.

Lodo será usado para recuperar a caatinga [40]

Seminário discute uso sustentável da água e do solo

UFPE [41] > Agência de Notícias [42] > Notícias [43] > Seminário discute uso sustentável da água e do solo

27.03.12

O Kick-Off Seminar deu início, na manhã de ontem (26), às atividades do projeto Innovate, cujo objetivo central é definir medidas para o uso sustentável da água e do solo na região submédia da Bacia do Rio São Francisco (reservatório de Itaparica), no Semiárido de Pernambuco. A iniciativa envolve instituições brasileiras e alemãs, com coordenação nacional da UFPE. O seminário prossegue até esta sexta-feira (30), no Campus Tecnológico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Nordeste e com atividades de campo no Semiárido.

“O que nos motivou a trabalhar na região do semiárido foram os conflitos, o desafio do uso sustentável de água e do solo diante das mudanças climáticas”, explicou a coordenadora brasileira do projeto, professora Maria do Carmo Sobral, do Departamento de Engenharia Civil da UFPE. “Vamos buscar um desenvolvimento solidário, no qual a paz e a inclusão sejam nossas maiores referências”, ressaltou o reitor Anísio Brasileiro.

O Innovate é composto por sete subprojetos, com atuação nas áreas de ecossistemas aquáticos; ecossistemas terrestres; reuso de efluentes conhecidos como “fígado verde”; conservação da biodiversidade e ecossistemas diante das mudanças climáticas; modelagem de mudanças climáticas e impactos no uso da água e do solo; avaliação econômica dos sistemas de uso da água e do solo; além do desenvolvimento de um sistema de suporte à decisão. “O projeto forma um grupo interdisciplinar para trabalhar estas temáticas”, afirmou Maria do Carmo Sobral. O Innovate tem duração de três anos, renováveis por mais dois anos. O projeto foi aprovado pelo Ministério de Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF) e pelo MCTI do Brasil.

O projeto tem a participação de 35 pesquisadores brasileiros e 35 professores e doutorandos de cinco universidades da Alemanha: TU-Berlin, Universidade de Hohenheim, IGB Berlin, PIK Potsdam e HTWD. Do lado brasileiro, estão envolvidos UFRPE, Univasf, IFPE, Secretaria de Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco, ITEP, IPA, Embrapa e Prefeitura Municipal de Itacuruba. O investimento total alemão é de 4,7 milhões de Euros e o brasileiro é de R$ 2,5 milhões.

ABERTURA – A cerimônia de abertura do Kick-Off Seminar contou com presença do cônsul geral da Alemanha, Thomas Wülfing; do chefe da representação do MCTI no Nordeste, Ivon Fittipaldi; do coordenador alemão do projeto Innovate, Johann Köppel; do prefeito de Itacuruba, Romero Magalhães Lêdo; de José Carlos Dubeux, representando a UFRPE; de Cristiane Conde, representando o IFPE; de Geraldo Eugênio, representando o ITEP; do presidente do Instituto Nacional do Semiárido, Ignácio Hermán Salcedo; do presidente da Agência Pernambucana de Águas e Climas, Marcelo Asfora; do secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, Hélvio Polito Lopes Filho; e da assessora de Assuntos Internacionais do MCTI/CNPq, Ana Lúcia Stival.


Seminário discute uso sustentável da água e do solo [44]

Mapeamento de reservas hídricas em Pernambuco começará a ser feito na segunda

Lupe [45]

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
23/03/2012 | 12h01 | UFPE

Com o intuíto de mapear diferentes usos de reservas hidrícas através de ciclos aquáticos e terrestres no ecossistema, o INNOVATE, iniciará suas atividades na próxima segunda-feira (26) com o seminário que contará com a presença de pesquisadores alemães de diversas instituições. O evento será no auditório do Campus Tecnológico do MCT Nordeste, em Recife, na Cidade Universitária, a partir das 8h30. Representantes do Ministério de Ciência e Tecnologia também participarão das palestras que estão sendo promovidas pela Universidade Federal de Pernambuco e pela Federal Rural de Pernambuco.

Na terça (27), está programada uma visita à Xingó . Na quarta (28), à irrigação Apolônio Sales, à obra de transposição do Rio São Francisco. Na quinta (29), à cidade de tacuruba e ao bioma da Caatinga. E no dia seguinte (30), há um debate sobre os resultados do encontro.

Mapeamento de reservas hídricas em Pernambuco começará a ser feito na segunda [46]

------ Links: ------

Zusatzinformationen / Extras

Quick Access:

Schnellnavigation zur Seite über Nummerneingabe

Auxiliary Functions

Copyright TU Berlin 2008